A velhice mundo afora: Dinamarca

Marta Pessoa é co-fundadora do Mundo Prateado

Este é o relato de uma aventura pessoal, muito particular. Não tem a mínima pretensão de fundamentar teorias ou levantar pontos controversos, sobre o país ou sobre a velhice.

Resume uma visão bem pessoal de uma brasileira sessentona, de classe média, de origem nordestina, vivendo nos últimos 27 anos fora de lá e mais da metade deles no Rio de Janeiro.

É apenas o olhar de uma pessoa entrando na velhice querendo desenhar cenários e entender as opções.

Aprender sobre o envelhecer pode ser uma tarefa árida e cheia de desesperança. Procurar seus pares pode ser uma forma de nos fazer acreditar que ela é apenas uma etapa a mais da vida, sem a constante lembrança de que é a última, e cultivando uma visão de que ela oferece os mesmos riscos, tristezas, desafios e alegrias, que todas as outras fases que a vida nos proporciona.

Perdi a oportunidade de adolescer e de entrar na vida adulta tendo mais consciência de mim mesma, do mundo à minha volta e dos meus contemporâneos.

Agora não quero repetir este improviso com a velhice, quero aprendê-la para vivê-la de uma forma mais inteligente e menos impregnada das verdades que sempre ouvi sobre a dureza de ser velho.

A leitura pode trazer algumas novidades e muitos assuntos para incontáveis conversas entre aqueles que chamo de PIS – os pré-idosos, idosos ou simpatizantes – , uma minoria que só tende a crescer.

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Por | 2018-08-05T17:03:19+00:00 11/08/2016|7 Comentários

7 Comentários

  1. Maristela 11/08/2016 em 18:08 - Responder

    Admirável!

  2. Marcus Melquíades 13/08/2016 em 20:15 - Responder

    Marta, boa noite, li seu texto , vou reler e enviar para alumas pessoas que considero pertinente, com certeza este tema será bem mais complexo no Brasil, aonde a cultura da felicidade e do sucesso está associado ao ter e ostentação.Em algumas pessoas a busca infeliz da eterna aparência jovial.

    Abraços e parabéns

    • Fabrício Yutaka Fujikawa 16/08/2016 em 10:36 - Responder

      Muito obrigado pelo comentário, Marcus.

      Obrigado,
      Fabrício

  3. Ari Frazão 28/08/2016 em 12:20 - Responder

    Posso dizer que ler textos escritos por Marta não é nenhuma novidade para mim. Sempre gostei da corretude e da clareza dos seus escritos. Dessa vez, algo mais me chamou a atenção: a leveza da sua pena.

    Marta se apropria de um tema espinhoso como o do envelhecimento – principalmente num país mal preparado para tal como o nosso – e, de uma forma que é muito sua, o trata com uma sinceridade e leveza que chega a espantar. Suas colocações ficam reverberando por muito tempo na nossa cabeça e nos instigam a refletir mais sobre o tema.

    Ao final do texto, além das reflexões já citadas, duas outras coisas ficam conosco: a impressão de que, com um pouco mais de esforço, ela teria material para um excelente documentário, e a de que, se ela tivesse seguido os conselhos do Prof. Alceu, talvez hoje ela fosse candidata a ocupar uma das vagas que estão abertas na ABL.

  4. Carlos Alberto rodrigues da silva 20/09/2016 em 22:10 - Responder

    Gostei do texto que li na revista de domingo,é pertinente pois tenho 71 anos de idade e tenho mal de parkinson. Mas sou completamente idependente só. Que nao sei até quando trabalho (sou joalheiro e relojoeiro)faço exercício leio assisto filmes, enfim sou bem ativo abraço

  5. Luci Nolasco 10/10/2016 em 19:21 - Responder

    Mt boa a ideia de criar esse site p trazer mais inf p enriquecer -nos. Tenho 65 anos , tenho atividade profissional e me sinto mt feliz !!

    • Fabrício Yutaka Fujikawa 11/10/2016 em 11:14 - Responder

      Olá Luci,

      Muito obrigado pelo comentário! Visitei seu site e vi suas técnicas e atividades. Muito interessantes, parabéns!

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      Um abraço,
      Fabrício Yutaka Fujikawa

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